• Jan 05.09 | baralho

    personalizado por Gabriel Bitar. Depois tivemos a idéia de fazer o baralho de traveca pelada para presentear um amigo, ficou muito bom! Aqui tem mais!

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  • Dez 19.08 | ecapitalismo!

    Que medo esse tal de “Capitalismo Verde” citado na tradução do texto “20 Theses against green capitalism” no Apocalipse motorizado. Quando li primeiramente nos feed achei uma viagem alarmista demais… mas quando entrei no site hoje pra linkar como referência no Twitter assisti ao vídeo (que não aparece nos feeds pq é youtube) e fiquei horrorizada! Gentem! “ECO-SEXY”???? “Quem precisa do protocolo de Kyoto se podemos comprar eco”??? Minha nossa senhora, dêem uma olhada nisso:


    Alguns apontamentos que o texto coloca em relação a isso:

    “

    (…) Esta postura não altera em nada a rota de colisão entre as economias de mercado e a biosfera.

    “

    7. O “Capitalismo Verde” não vai colocar em discussão o poder daqueles que mais emitem gases de mudanças climáticas (empresas de energia, companhias aéreas, montadoras de automóveis, agricultura industrial), mas simplesmente vai despejar mais dinheiro nestas empresas, para ajudá-las a manter seus lucros mediante pequenas mudanças ecológicas, que serão muito pequenas e tomadas muito tarde.

    Leia na íntegra aqui.

    Difiícil viver num mundo onde tudo vira produto…

    E agora uma piadinha infame do meu pai que eu não poderia deixar passar: “2009 vai ser o ano do consumismo: con su mismo auto, con su mismo celular, con su mismo pantalón…”

    ativismo | consumo | humor | política | verde | 1 comentário »  

  • Dez 17.08 | levantando o tapete


    Esses são alguns desenhos do artista argentino Nicolas Róbbio que foram censurados no jornal da Bienal, 28b. O prédio da Bienal (dentro) é um estacionamento e fora um parque de diversões, somos cara-de-pau e o monumento é um joão-bobo? hahah! Muito bom!

    O Cypriano escreveu um texto ótimo criticando a Bienal e colocando o dedo na ferida sem dó! Leiam aqui. No final ele fala do movimento colocar a sujeira debaixo do tapete por parte da curadoria ao criar uma situação de falsa crítica e acordo de cavalheiros com a presidência da instituição. Fica aquela velha pergunta: “é possível realizar a crítica institucional dentro da instituição?”. E o encobrimento se torna mais óbvio quando o Ivo diz que vai fazer um relatório final acerca de conclusões sobre o evento porém ele será secreto. Ou seja, o compromisso do Ivo no final das contas é com a instituição e não com o público. Olha o que o Cypriano diz sobre isso:

    “

    É compreensível que existam relatórios internos que não precisam ser públicos. Contudo, no caso da 28ª Bienal, esse documento seria como o relatório de uma Comissão Parlamentar de Inquérito e relatórios de CPI são necessariamente públicos.” Auditoria, já! haha!

    Outros trechos do texto:

    “

    a bienal da crítica institucional separou a reflexão da produção artística, como se a crítica não pudesse ser realizada pelos artistas, ou pior, deveria ser evitada.

    “

    A ausência de projetos de risco na Bienal, tornou-se assim, uma marca desse evento, como afirmou a artista Carla Zaccagnini, no último debate da série “A Bienal de São Paulo e o meio artístico brasileiro: memória e projeção”.

    Sobre o tal do jornal 28b:

    “

    O jornal 28b, aliás, comprova outra das incongruências de “em vivo contato”: se por um lado ele cria um novo circuito para a Bienal, ao ser distribuído gratuitamente pela cidade, por outro, seu conteúdo é tão conservador que chega a ser estarrecedor. A começar pela existência de um editorial: Por que é preciso uma página tão hierárquica, com a voz de um dono da verdade como um editor? Mas não é só isso: Por que os artigos são tão convencionais rebaixando o conteúdo, evitando a reflexão? Por que evitar as polêmicas da mostra, como se elas não existissem, dando a impressão de um “house organ” publicitário? Por que buscar agradar o leitor a todo custo, no modelo “o povo fala” usado nos tablóides sensacionalistas?

    arte | cultura | editorial | política | Nenhum comentário »  

  • Dez 16.08 | stop motion


    Uma animação dedicada a todos os copinhos que morrerão na praia esse verão.

    animação | humor | vídeo | ♥ Amigos | 1 comentário »  

  • Dez 15.08 | chasing the great dream

    Mister Lonely… Quando o Michael encontra a Marilyn. Filme imperdível do Harmony Korine. Fiquei surpresa ao ver a participação do Herzog como um dos personagens. Ele já atuou no Julien Dunkie Boy mas me intriga essa amizade com o Korine… até que tem alguma essência herzogiana a lá american way nos filmes dele que não sei bem explicar. O meu preferido continua sendo o Gummo apesar deste ter uma fotografia linda! Que cena é aquela das freiras meu deus! Preciso rever.

    PS: voltando ao Herzog agora me dei conta de que a entrada desse filme se assemelha muito à do filme The Great Ecstasy of Woodcarver Steiner que já postei anteriormente aqui no blog.

    cinema | Nenhum comentário »  

  • Dez 11.08 | COMIDA

    food
    Tina Girouard, Carol Goodeen e Gordon Matta-Clark em frente ao Food, restaurante aberto pelo artista em 1971. Não resisti a colocar aqui essa imagem tão legal. Adoro o “COMIDAS CRIOLLAS“, me lembra empanadas criollas, carne dulce… hmmm! E o Gordon era bem bonitinho, né?


    Acima imagens do inteiror da cozinha e outra foto da fachada.
    Leia mais…

    arte | ação | ilustração | restaurante | 2 comentários »  

  • Dez 10.08 | Rirkrit Tiravanija em erupção


    Rirkrit Tiravanija é minha mais nova paixão! Só fui tomar conhecimento da sua existência ao citar um trabalho do Matta-Clark (aquele em que ele propõe uma cozinha comunitária) para a Roberta que me falou de um trabalho parecido do Tiravanija de 1992 que consistia em uma ação (sculpture–performance–guerrilla) em que ele esvaziou uma galeria em NY e instalou uma cozinha onde fazia comida tailandesa e as pessoas eram convidadas a se servir e comer de graça (foto abaixo).


    Não é à toa que ele refez em 2007 a obra do Matta-Clark Open House de 1972 (imagem acima à direita).

    Ele veio ao Brasil na bienal passada mas infelizmente passou depercebido por mim. Seu trabalho consiste basicamente em ações (mais para o happening e não performance) políticas e sociais questionando o objeto de arte e consequentemente as instituições.
    Fiquei intrigada depois de ler sobre uma retrospectiva dele feita no Museu de Arte Moderna de Paris em que o lugar estava vazio e os visitantes entravam em contato com suas obras através dos monitores que relatavam algumas das ações que ele havia realizado. Achei bacana e super contundente com o que ele se propõe.

    Lendo mais sobre o trabalho dele descobri que a ação em que ele cozinha para o público é na realidade inspirada num “Parangolé Área” do Hélio Oiticica! Sobre isso ele fala “Conheci o trabalho do Hélio mais tarde, mas junto com Gordon Matta-Clark e Broodthaers, ele se tornou minha maior referência” (link).

    A entrevista de Rirkrit Tiravanija feita pela Lisette (aqui na Trópico) levanta questões interessantes e que dizem bastante respeito ao que foi questionado e proposto (com pouco sucesso) pela 28a Bienal esse ano:

    “A falta de instituições pode ser útil, já que o vazio pode ser preenchido com idéias, que estavam ausentes nas ‘instituições’, talvez alternativas (o que também é uma instituição), mas pensando em paralelo. A arte e os artistas devem voltar à sua capacidade de sustentar idéias sem a necessidade da economia.”

    Acho bonito também essa passagem:
    “Eu me esforço muito para não privilegiar as imagens posteriores, para não fazer documentação, nem ter consciência do efeito do trabalho, que toma muitos rumos. E para não usar a imagem como representação do evento (convertendo-a no próprio trabalho). Prefiro abrir mão da imagem.”

    E ele deixa bem claro como funciona sua obra e as diferenças entre ação (happening) e performance quando diz que “na performance de Yves Klein (ou na idéia de performance) há aquele que faz a performance e a platéia, há a visão e aquele que a vê. Eu não gostaria de montar as coisas com essas idéias. Prefiro que a situação tenha escorregões e erupções.”

    arte | cultura | entrevista | performance | pesquisa | Nenhum comentário »  

  • Dez 10.08 | achei que sabia de tudo

    Lindo, né? I thought I knew everything é um zine silkado em 3 cores de Daniel St. George. Achei no Design For Mankind, que tem sido o blog de referências mais fofo e que eu mais visitei nos ultimos tempos! Clique nas imagens para ver mais.

    Fiquei pensando agora em um zine feito em lito 2 cores imagina? Saudades das gravuras…

    crafts | ilustração | zine | Nenhum comentário »  

  • Dez 08.08 | hasta la vista

    Depois da decepção do Los Super Elegantes minha vontade (que já não era grande) de ver a Bienal foi a zero. Fui no encerramento-balada falida do coletivo assume vivid astro focus e me bateu uma tristezinha ao ver os panos e escritos no espaço da Dora que era destinado ao projeto anarcademia. Aparentemente ele não deu certo assim como para o Cypriano o projeto da Bienal “Em Vivo Contato” não aconteceu. Sobre isso ela fala no site “…achamos que o projeto estava sofrendo grande desgaste e que não estávamos tendo condições de adequá-lo às regras da Fundação.”

    Também não consegui visitar a Paralela esse ano apsear da minha vontade de ver os trabalhos ser grande, tinha muito artista bom! Para consolar, ai vai um vídeo da Sara Ramo:

    E aqui uma foto do trabalho da Brígida:

    arte | cultura | Nenhum comentário »  

  • Dez 05.08 | não são de crocodilo

    norma


    …são de sal grosso que é pra tirar urucubaca, mandinga e ziquizira.

    » clique nas imagens para ver mais.

    Leia mais…

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  • ...só os idiotas não mudam de opinião.
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