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você coloca um montinho de sal e escreve numa plaquinha “açúcar” depois coloca um copinho com pinga e diz que é água, em seguida coloque um galho seco em frente a um buraco (ou use um daqueles buracos mágicos dos desenhos animados). Ela vai comer o sal, sentir sede, beber a pinga, ficar tonta, tropeçar no galho e cair no buraco que é fundo e acabou-se o mundo.

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O Felipe trouxa da 2001 uma florzinha amarela que era para simbolizar a estrada da primavera. Algum tempo depois começou a nascer um brotinho do lado, uma erva daninha. Essa erva tomou conta do vaso, matou a primavera e cresceu, cresceu MUITO. Ai na época do natal eu pendurei coisos coloridos e nomeei ela arvore de natal. Agora que é verão ela está florida, virou uma trepadeira. Acho que é um pé de chuchu. Eu desenhei pq tbem não tenho maquina de tirar fotos.
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A Frida Kahctus foi presente da Bruna. Lembra aquelas plantas dançantes com óculos escuro? É quase. Ela é especial, tem bronzeado só na parte da frente, atrás é branca que nem lagartixa. Já tentei trocar de lado pra bronzear as costas mas não adiantou. Um dia eu percebi que ela estava cor-de-rosa e eu achei que eram as flores rosas espetadas que estavam deixando ela daquele jeito. Ai eu arranquei as flores. Depois descobri que as flores não eram artificiais! Tadinha… e ela continua rosa.
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um possível amigo pro Noel Fossa.
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será que se a gente pintar a unha de verde e deixar crescer dá pra fazer fotossíntese?


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simplicidade é tudo na vida. humildade.
não tenho medo dos meus inimigos, as pessoas que não gostam de mim.
Eu temo meus amores, minhas paixões e sonhos que a todo momento são abalados.
Temo ser esquecida por ti e lamento meus amores que são jogados na sargeta
uma lagriminha na poça d’água,
no lamaçal causado pela tormenta.
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For the first time, the worl’s most influential religious texts are brought together and presented on the same level, their coexistence acknowledged and celebrated.
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Filosofia
“O mundo me condena, e ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome
Mas a filosofia hoje me auxilia
A viver indiferente assim
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Pra ninguém zombar de mim
Não me incomodo que você me diga
Que a sociedade é minha inimiga
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo
Quanto a você da aristocracia
Que tem dinheiro, mas não compra alegria
Há de viver eternamente sendo escrava dessa gente
Que cultiva hipocrisia”





