• O Olafur Eliasson chegou perto de bater o Christo no quesito gastar dim dim com obras monumentais. Foram $15 milhões de iniciativas privadas. Os portões do Christo no parque central custaram $20 mi e estimam que deram um retorno de $254 milhões para a cidade de NY.
    Enquanto isso, aqui no Brasil temos o Srur com as garrafas PET no Tietê. Ouvi dizer que obra teve incentivo público mas não achei nada publicado sobre o quanto teria sido gasto e nem quem bancou. Só sei que no meio da arte o Srur e trabalhos como esse são bem contestados. Ainda mais porque mesmo em termos ecologicos são patifarias que fazem alarde mas que não promovem mudanças de fato. Tipo o projeto Pomar que coloca florzinhas ao lado do “rio”. Seria mais eficaz promover a educação ambiental nas escolas e conscientização para os cidadãos, mas isso não dá publicidade. No fim tudo é marketing pessoal… pro artista ou pro prefeito.

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a arte, o público, o privado