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Te amo Banksy, sensacional!
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O sonho de uma cidade pública, dotada de espaços de encontros e trocas livres, é abandonado em favor do privilégio concedido ao ambiente privado pela globalização e as condições pós-modernas de desenvolvimeno do capitalismo” Amer Moustafa
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Usar o transporte público em vez do automóvel privado tem claramente consequências ambientais que impactam a vivibilidade da cidade. Mas não é só uma questão dos efeitos dessa decisão sobre a qualidade do ar que se respira. É também o impacto sobre os aspectos relacionais e de interação entre pessoas, e do nosso próprio relacionamento com a cidade.
Moro na Europa já há varios anos e recebo frequentemente visitas no Brasil. Certa vez recebi um amigo de São Paulo com seu sobrinho adolescente. Foi desconcertante perceber que o rapaz não sabia como se relacionar com a rua, demonstrando dificuldades em entender coisas simples como o funcionamento dos bilhetes do metrô, como atravessar a rua, como dividir a calçada com outros pedestres. Evidentemente ele cresceu quase sem contato direto com a cidade, não tendo portanto a vivência do tempo-espaço da rua que, vista sempre de dentro de um carro, é percebida como um lugar de passagem, mas não de convivência.”
Lara Penin no texto “Urbano todos os dias” que faz parte do Caderno SESC_Videobrasil 04 Ocupação do Espaço | *Esse caderno é bem bom, viu? Textos legais, entrevistas ótimas com a Renata Lucas e Oda Projesi.
LINKS:
Bicicletada Curitiba: A rua é de todos!
Apocalipse motorizado
Sustainable everyday
Oda Projesi ou Projeto Sala
release do Caderno SESC_Videobrasil 04 Ocupação do Espaço
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Que medo esse tal de “Capitalismo Verde” citado na tradução do texto “20 Theses against green capitalism” no Apocalipse motorizado. Quando li primeiramente nos feed achei uma viagem alarmista demais… mas quando entrei no site hoje pra linkar como referência no Twitter assisti ao vídeo (que não aparece nos feeds pq é youtube) e fiquei horrorizada! Gentem! “ECO-SEXY”???? “Quem precisa do protocolo de Kyoto se podemos comprar eco”??? Minha nossa senhora, dêem uma olhada nisso:
Alguns apontamentos que o texto coloca em relação a isso:“
(…) Esta postura não altera em nada a rota de colisão entre as economias de mercado e a biosfera.
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7. O “Capitalismo Verde” não vai colocar em discussão o poder daqueles que mais emitem gases de mudanças climáticas (empresas de energia, companhias aéreas, montadoras de automóveis, agricultura industrial), mas simplesmente vai despejar mais dinheiro nestas empresas, para ajudá-las a manter seus lucros mediante pequenas mudanças ecológicas, que serão muito pequenas e tomadas muito tarde.
Leia na íntegra aqui.
Difiícil viver num mundo onde tudo vira produto…
E agora uma piadinha infame do meu pai que eu não poderia deixar passar: “2009 vai ser o ano do consumismo: con su mismo auto, con su mismo celular, con su mismo pantalón…”
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O Olafur Eliasson chegou perto de bater o Christo no quesito gastar dim dim com obras monumentais. Foram $15 milhões de iniciativas privadas. Os portões do Christo no parque central custaram $20 mi e estimam que deram um retorno de $254 milhões para a cidade de NY.
Enquanto isso, aqui no Brasil temos o Srur com as garrafas PET no Tietê. Ouvi dizer que obra teve incentivo público mas não achei nada publicado sobre o quanto teria sido gasto e nem quem bancou. Só sei que no meio da arte o Srur e trabalhos como esse são bem contestados. Ainda mais porque mesmo em termos ecologicos são patifarias que fazem alarde mas que não promovem mudanças de fato. Tipo o projeto Pomar que coloca florzinhas ao lado do “rio”. Seria mais eficaz promover a educação ambiental nas escolas e conscientização para os cidadãos, mas isso não dá publicidade. No fim tudo é marketing pessoal… pro artista ou pro prefeito.
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Sobre o aquecimento global do portfolio da Amelia Roberts. Achei no Style Press
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Carolina Pino repensa a moradia de rua com esse projeto intitulado “shellhouse“. Só não sei se os mendigos iam gostar, é bem melhor um cobertorzinho… Também não entendi direito pra quê colocar um transmissor com frequência de rádio que informa o nome, idade e origem do mendigo. Quer dizer, lógico que é para monitorar os caras, meio bizarro, tipo que nem aquelas pulseiras que colocam nos passarinhos. Será que alguém algum dia vai entender que mendigo também é gente e não bicho? Mas tem uma coisa bem legal nesse projeto que é a forma DIY (Do it yourself), no site dele qualquer um pode baixar as instruções para fazer a casa e o tal do transmissor. Eu penso que o transmissor poderia servir pros camelôs ficarem sabendo quando a polícia vai aparecer, assim eles podem rapidinho levantar a banca, rs!
Uma coisa bonita que ela escreve no projeto:“
A house is where we validate this existence in the physical space.
A shelter that gives us protection, our intimate space.
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Faz bastante tempo que eu vi isso, não lembro mais se era exatamente a mesma coisa e o mesmo autor. Enfim, é bem simples mas achei que vale relembrar esse trabalho:



Do brasileiro Icaro Doria para a revista portuguesa Grande Reportagem.
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Amanhã tem bicicletada! Edição especial de aniversário de São Paulo: serão 5 grupos saindo de 5 pontos diferente da cidade que se encontrarão na Paulista.
“A Bicicletada é um movimento que existe no Brasil desde 2002, inspirado pelos encontros de Massa Crítica que acontecem em mais de 200 cidades ao redor do planeta. Sempre na última sexta-feira de cada mês, usuários de veículos não-motorizados se encontram para celebrar o transporte inteligente, reivindicar seu espaço nas ruas e o direito de andar com tranquilidade pelas cidades.” » bicicletada.org
Além disso, no Carnaval Revolução haverá outra bicicletada no dia 4/2 além de um “Bate-papo sobre locomoção humana – A bicicleta na cidade” e uma espécie de oficina de bicicletas proposta pelos membros da bicicletada: “Aprenda a consertar sua bicicleta, trocar pneus, regular câmbios, freios entre outros. Um aprendizado aprofundado de como conseguir todo o funcionamento mecânico de sua bicicleta.” Leia mais sobre o evento e veja a programação completa aqui.

