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	<title>esmero &#187; cultura</title>
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	<description>um espaço para guardar as coisas legais relacionadas a design, arte, estilo e cultura que vou achando por aí.</description>
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		<title>crise</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 21:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O termo a que Jean Baudrillard se refere parece fazer mais sentido após assistir a aula de Vladimir Safatle em que ele se refere à retórica de consumo, à colonização da cultura contemporânea através da moda, cinema e musica pop. Onde um pólo alimenta o outro gerenciados pela industria cultural, conglomerados, empresas. &#8220;Muito mais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/Baudrillard.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/Baudrillard.jpg" alt="Baudrillard" title="Baudrillard" width="500" height="267" class="alignnone size-full wp-image-1455" /></a></p>
<p>O termo a que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Baudrillard">Jean Baudrillard</a> se refere parece fazer mais sentido após assistir a aula de Vladimir Safatle em que ele se refere à retórica de consumo, à colonização da cultura contemporânea através da moda, cinema e musica pop. Onde um pólo alimenta o outro gerenciados pela industria cultural, conglomerados, empresas.</p>
<p>&#8220;Muito mais que a especulação da arte e da mercantilização dos valores estéticos é preciso temer a transcrição de todas as coisas em termos culturais, estéticos, em signos museográficos. Nossa cultura dominante é isso: a imensa empresa de museografia da realidade, a imensa empresa de armazenamento estético que logo mais se verá multiplicado pelos meios técnicos da informação atual com a simulação e a reprodução estética de todas as formas que nos rodeam e que logo mais passarão a ser realidade virtual.&#8221; J. Baudrillard [via <a href="http://www.wokitoki.org/wk/228/jean-baudrillard-13-hipotesis-transesteticas">Wokitoki</a>]</p>
<p>E sobre essa realidade virtual <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flusser">Flusser</a> explica bem o que estamos vivendo quando fala que as imagens, &#8220;o mundo-da-ficção em  superfície, o mundo das massas, está mascarando cada vez mais seu caráter fictício.&#8221; Perde-se assim o senso de &#8220;realidade&#8221; e nos tornamos alienados. [<a href="http://books.google.com/books?id=k8_JLWRVTxsC&#038;pg=PA101&#038;lpg=PA101&#038;dq=flusser+%22linha+e+superf%C3%ADcie%22&#038;source=bl&#038;ots=N06XF7GscC&#038;sig=sSwaQKb84d4HMOdQg3To_bLomxA&#038;hl=en&#038;ei=hHlnSuWQF9SCtgen2KT6Dw&#038;sa=X&#038;oi=book_result&#038;ct=result&#038;resnum=3">O mundo codificado</a>]<br />
<span id="more-1453"></span></p>
<p>As sociedades disciplinares dão lugares às <a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/controle.pdf">sociedades de controle</a>. Onde &#8220;a empresa substitui a fábrica, a formação permanente tende a substituir a escola, e o controle contínuo substitui o exame.&#8221; e &#8220;o marketing é agora o instrumento de controle social, e forma a raça impudente dos nossos senhores.&#8221; [<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deleuze">Deleuze</a>]</p>
<p>Há uma crise social de legitimidade onde os papéis sociais não têm ética da convicção. Assume-se sem crer. É mais fácil do que ter que acreditar no que faz. Isso se chama subjetividade irônica. há uma ironia entre o enunciador e a fala. Os tipos ideias se auto-ironizam, trazem em si sua própria crítica. Desarticula-se a crítica absorvendo-a. A retórica do consumo nos faz vivênciar a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anomia">anomia</a> de maneira prazerosa.</p>
<p>&#8220;Após a crise das <a href="http://www.4shared.com/file/6032992/958c59ac/Gilles_Deleuze__Felix_Guattari_-_Mil_Plats_-_Vol_1_-_Capitalismo_e_Esquizofrenia.html">antigas formas de pensar</a>, uma certa estabilidade parece ter se enraizado, tornando dominante na sociedade contemporânea um pensamento único que impede a instauração de novas realidades. Em um contexto de relações sociais pautadas pela atitude cínica, decreta-se a falência de qualquer leitura crítica ou formas diversas de racionalização.&#8221; » <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2547636&#038;sid=87375414411722576649552274&#038;k5=1CEAF9F9&#038;uid=">Cinismo e falência da crítica </a></p>
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		<title>sobre a palavra designart*</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 20:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No texto Sobre a palavra design, Flusser atenta para o engodo, a trapaça, o auto-engano que pode ser o envolvimento com a cultura a partir da valorização do design (já que o termo também está relacionado a fraude). Segundo o autor, &#8220;quando se conseguiu superar a separação entre arte e técnica, abriu-se um horizonte dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/sobreapalavradesign2.jpg" alt="sobreapalavradesign" title="sobreapalavradesign" width="500" /></p>
<p>No texto <a href='http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/Sobre-a-palavra-design.pdf'>Sobre a palavra design</a>, Flusser atenta para o engodo, a trapaça, o auto-engano que pode ser o envolvimento com a cultura a partir da valorização do design (já que o termo também está relacionado a fraude). Segundo o autor, &#8220;quando se conseguiu superar a separação entre arte e técnica, abriu-se um horizonte dentro do qual podemos criar designs cada vez mais perfeitos, liberar-nos cada vez mais de nossa condição e viver de modo cada vez mais artificial (bonito). Mas o preço que pagamos por isso é a renúncia à verdade e à autenticidade&#8221;. Podemos entender a perda da fé na arte um pouco com esse sentido. Se tudo se dilui e acaba em design então estamos vivendo mesmo um auto-engodo. </p>
<p>Para entender como a arte se aproxima do design, o designer e crítico holandês <a href="http://www.keesdorst.nl/Index.aspx?pgeId=1">Kees Dorst</a> compara ambos a partir de seus processos criativos. Para ele, o artista contemporâneo transforma suas questões, seu desafio, em um problema de design. A fronteira entre arte e design é portanto permeável, e não somente em relação ao design no sentido da arte. Pois comumente escutamos a palavra &#8220;artístico&#8221; destinada a uma peça de design e sempre soubemos que &#8220;o design se inspira na arte&#8221; mas dificilmente pensamos no caminho inverso.</p>
<p>*<em>designart</em> foi um termo que nasceu nos fins dos anos 1990 em meio ao debate sobre as relações entre arte e design para designar algumas práticas contemporâneas de artistas/designers como<a href="http://www.artnet.com/artist/13069/jorge-pardo.html"> Jorge Pardo</a>,<a href="http://www.artnet.com/artist/14082/tobias-rehberger.html"> Tobias Rehberger</a>, <a href="http://www.studiovanlieshout.nl/">Studio van Lieshout</a>, <a href="http://www.superflex.net/">Superflex</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andrea_Zittel">Andrea Zittel</a>.   [fonte: <a href="http://www.amazon.com/Design-Art-Documents-Contemporary/dp/0262532891/ref=sr_1_1?ie=UTF8&#038;s=books&#038;qid=1246998689&#038;sr=8-1">Design and Art (Documents of Contemporary Art)</a>]</p>
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		<title>punking paris hilton</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 23:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Te amo Banksy, sensacional!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xOmD-Nz2KrM&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xOmD-Nz2KrM&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Te amo Banksy, sensacional!</p>
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		<title>levantando o tapete</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 18:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esses são alguns desenhos do artista argentino Nicolas Róbbio que foram censurados no jornal da Bienal, 28b. O prédio da Bienal (dentro) é um estacionamento e fora um parque de diversões, somos cara-de-pau e o monumento é um joão-bobo? hahah! Muito bom! O Cypriano escreveu um texto ótimo criticando a Bienal e colocando o dedo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-6-copy.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-6-copy.jpg" alt="" title="nicolas-6-copy" width="500" height="634" class="alignnone size-full wp-image-1157" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-4.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-4.jpg" alt="" title="nicolas" width="500"/></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-7-copy.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-7-copy.jpg" alt="" title="nicolas" width="500"/></a><br />
Esses são alguns desenhos do artista argentino <a href="http://diversao.uol.com.br/arte/bienal/2008/artistas/nicolas-robbio/">Nicolas Róbbio</a> que foram <span class="selection">censurados</span> no jornal da Bienal, 28b. O prédio da Bienal (dentro) é um estacionamento e fora um parque de diversões, somos cara-de-pau e o monumento é um joão-bobo? hahah! Muito bom!</p>
<p>O Cypriano escreveu um <a href="http://www.forumpermanente.org/.imprensa/a-recepcao-da-28a-bienal-de-sao-paulo/um-acordo-de-cavalheiros-em-vivo-contato/">texto ótimo</a> criticando a Bienal e colocando o dedo na ferida sem dó! Leiam <a href="http://www.forumpermanente.org/.imprensa/a-recepcao-da-28a-bienal-de-sao-paulo/um-acordo-de-cavalheiros-em-vivo-contato/">aqui</a>. No final ele fala do <span class="selection">movimento colocar a sujeira debaixo do tapete</span> por parte da curadoria ao criar uma situação de falsa crítica e acordo de cavalheiros com a presidência da instituição. Fica aquela velha pergunta: <span class="selection">&#8220;é possível realizar a crítica institucional dentro da instituição?&#8221;</span>. E o encobrimento se torna mais óbvio quando o Ivo diz que vai fazer um relatório final acerca de conclusões sobre o evento porém ele será secreto. Ou seja, o compromisso do Ivo no final das contas é com a instituição e não com o público. Olha o que o Cypriano diz sobre isso: </p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>É compreensível que existam relatórios internos que não precisam ser públicos. Contudo, no caso da 28ª Bienal, esse documento seria como o relatório de uma Comissão Parlamentar de Inquérito e relatórios de CPI são necessariamente públicos.&#8221; Auditoria, já! haha!</p>
<p>Outros trechos do texto:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>a bienal da crítica institucional separou a reflexão da produção artística, como se a crítica não pudesse ser realizada pelos artistas, ou pior, deveria ser evitada.</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>A ausência de projetos de risco na Bienal, tornou-se assim, uma marca desse evento, como afirmou a artista Carla Zaccagnini, no último debate da série “A Bienal de São Paulo e o meio artístico brasileiro: memória e projeção”.</p>
<p>Sobre o tal do jornal 28b:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>O jornal 28b, aliás, comprova outra das incongruências de “em vivo contato”: se por um lado ele cria um novo circuito para a Bienal, ao ser distribuído gratuitamente pela cidade, por outro, seu conteúdo é tão conservador que chega a ser estarrecedor. A começar pela existência de um editorial: <span class="selection">Por que é preciso uma página tão hierárquica, com a voz de um dono da verdade como um editor? Mas não é só isso: Por que os artigos são tão convencionais rebaixando o conteúdo, evitando a reflexão?</span> Por que evitar as polêmicas da mostra, como se elas não existissem, dando a impressão de um “house organ” publicitário? Por que buscar agradar o leitor a todo custo, no modelo “o povo fala” usado nos tablóides sensacionalistas?</p>
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		<title>Rirkrit Tiravanija em erupção</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 17:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rirkrit Tiravanija é minha mais nova paixão! Só fui tomar conhecimento da sua existência ao citar um trabalho do Matta-Clark (aquele em que ele propõe uma cozinha comunitária) para a Roberta que me falou de um trabalho parecido do Tiravanija de 1992 que consistia em uma ação (sculpture–performance–guerrilla) em que ele esvaziou uma galeria em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit-tiravanija.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit-tiravanija.jpg" alt="" title="rirkrit-tiravanija" width="420" height="420" class="alignnone size-full wp-image-1111" /></a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rirkrit_Tiravanija">Rirkrit Tiravanija</a> é minha mais nova paixão! Só fui tomar conhecimento da sua existência ao citar um trabalho do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gordon_Matta-Clark">Matta-Clark</a> (<a href="http://www.nytimes.com/2007/02/21/dining/21soho.html">aquele</a> em que ele propõe uma <a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/gordonmattaclark-4mattaclarkg_3.jpg" rel="lightbox">cozinha comunitária</a>) para a <a href="http://hotrockwithme.blogspot.com/">Roberta</a> que me falou de um <a href="http://nymag.com/arts/art/reviews/31511/">trabalho parecido</a> do Tiravanija de 1992 que consistia em uma ação (<em>sculpture–performance–guerrilla</em>) em que ele esvaziou uma galeria em NY e instalou uma cozinha onde fazia comida tailandesa e as pessoas eram convidadas a se servir e comer de graça (<em>foto abaixo</em>).</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/tiravanijapadthai91-961.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/tiravanijapadthai91-961.jpg" alt="" title="tiravanijapadthai91-961" width="500" height="393" class="alignnone size-full wp-image-1114" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit070514_560.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit070514_560.jpg" alt="" title="rirkrit070514_560" width="500" height="393" class="alignnone size-full wp-image-1112" /></a><br />
Não é à toa que ele refez em 2007 a obra do Matta-Clark <em>Open House</em> de 1972 (imagem acima à direita).</p>
<p>Ele veio ao Brasil na bienal passada mas infelizmente passou depercebido por mim. Seu trabalho consiste basicamente em ações (mais para o <em>happening</em> e não performance) políticas e sociais questionando o objeto de arte e consequentemente as instituições.<br />
Fiquei intrigada depois de ler sobre uma retrospectiva dele feita no Museu de Arte Moderna de Paris em que o lugar estava vazio e os visitantes entravam em contato com suas obras através dos monitores que relatavam algumas das ações que ele havia realizado. Achei bacana e super contundente com o que ele se propõe.</p>
<p><a href="http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.imprensa/marcel_tiravanija">Lendo mais</a> sobre o trabalho dele descobri que a ação em que ele cozinha para o público é na realidade inspirada num &#8220;<a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/tropicc3a1liaexposic3a7c3a3o.jpg" rel= "lightbox">Parangolé Área</a>&#8221; do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lio_Oiticica">Hélio Oiticica</a>! Sobre isso ele fala &#8220;Conheci o trabalho do Hélio mais tarde, mas junto com Gordon Matta-Clark e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Marcel_Broodthaers">Broodthaers</a>, ele se tornou minha maior referência&#8221; (<a href="http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.imprensa/marcel_tiravanija">link</a>).</p>
<p>A entrevista de Rirkrit Tiravanija feita pela Lisette (<a href="http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2772,1.shl">aqui na Trópico</a>) levanta questões interessantes e que dizem bastante respeito ao que foi questionado e proposto (com pouco sucesso) pela 28a Bienal esse ano:</p>
<p>&#8220;A falta de instituições pode ser útil, já que o <strong>vazio</strong> pode ser preenchido com idéias, que estavam ausentes nas &#8216;instituições&#8217;, talvez alternativas (o que também é uma instituição), mas pensando em paralelo. A arte e os artistas devem voltar à sua capacidade de sustentar idéias sem a necessidade da economia.&#8221;</p>
<p>Acho bonito também essa passagem:<br />
&#8220;Eu me esforço muito para não privilegiar as imagens posteriores, para não fazer documentação, nem ter consciência do efeito do trabalho, que toma muitos rumos. E para não usar a imagem como representação do evento (convertendo-a no próprio trabalho). Prefiro abrir mão da imagem.&#8221;</p>
<p>E ele deixa bem claro como funciona sua obra e as diferenças entre ação (<em>happening</em>) e performance quando diz que &#8220;na performance de Yves Klein (ou na idéia de performance) há aquele que faz a performance e a platéia, há a visão e aquele que a vê. Eu não gostaria de montar as coisas com essas idéias. Prefiro que a situação tenha <strong>escorregões</strong> e <strong>erupções</strong>.&#8221;</p>
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		<title>hasta la vista</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 15:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois da decepção do Los Super Elegantes minha vontade (que já não era grande) de ver a Bienal foi a zero. Fui no encerramento-balada falida do coletivo assume vivid astro focus e me bateu uma tristezinha ao ver os panos e escritos no espaço da Dora que era destinado ao projeto anarcademia. Aparentemente ele não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da decepção do <a href="http://diversao.uol.com.br/album/los_super_elegantes_album.jhtm">Los Super Elegantes</a> minha vontade (que já não era grande) de ver a Bienal foi a zero. Fui no encerramento-balada falida do coletivo assume vivid astro focus e me bateu uma tristezinha ao ver os panos e escritos no espaço da <a href="http://www.28bienalsaopaulo.org.br/participante/dora-longo-bahia">Dora</a> que era destinado ao projeto <a href="http://anarcademia.org/">anarcademia</a>. Aparentemente ele não deu certo assim como para o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2911200825.htm">Cypriano</a> o projeto da Bienal &#8220;Em Vivo Contato&#8221; <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2911200825.htm">não aconteceu</a>. Sobre isso ela fala no <a href="http://anarcademia.org">site</a> &#8220;&#8230;achamos que o projeto estava sofrendo grande desgaste e que não estávamos tendo condições de adequá-lo às regras da Fundação.&#8221;<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/J1D9ztgkBN0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/J1D9ztgkBN0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Também não consegui visitar a <a href="http://paralela2008.blogspot.com/">Paralela</a> esse ano apsear da minha vontade de ver os trabalhos ser grande, tinha muito artista bom! Para consolar, ai vai um vídeo da <a href="http://www.fortesvilaca.com.br/artista/sara-ramo/foto-4.html">Sara Ramo</a>:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/i9L9ahB7xEI&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/i9L9ahB7xEI&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>E aqui uma foto do trabalho da <a href="http://paralela2008.blogspot.com/2008/11/entrevista-brgida-baltar-blog-paralela.html">Brígida</a>:<br />
<a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/brigida.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/brigida.jpg" alt="" title="brigida" width="320" height="240" class="alignnone size-full wp-image-1094" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>the 70&#8242;s show</title>
		<link>http://lauradavina.com/blog/the-70s-show/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 13:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tá é meio bobinho mas é bom, rs! Acharam nos arquivos da LIFE essas imagens dos cantores nas casas dos seus respectivos pais. O melhor é o Frank Zappa (acima) e o Elton John (abaixo). via Apartment Therapy. Entrem nesse link que tem até os Jackson Five! Aff&#8230; muito american demais pro meu gosto, credo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.apartmenttherapy.com/uimages/la/112408rockstars-01.jpg" alt="frank zappa" /><br />
Tá é meio bobinho mas é bom, rs! Acharam nos arquivos da <a href="http://www.life.com/Life/">LIFE</a> essas imagens dos cantores nas casas dos seus respectivos pais. O melhor é o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Frank_zappa">Frank Zappa</a> (acima) e o<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Elton_John">Elton John</a> (abaixo). </p>
<p><img src="http://www.apartmenttherapy.com/uimages/la/112408rockstars-06.jpg" alt="Elton John" /><br />
via <a href="http://www.apartmenttherapy.com/la/look/look-70s-rock-musicians-and-their-parents-homes-070419">Apartment Therapy</a>. Entrem nesse <a href="http://www.apartmenttherapy.com/la/look/look-70s-rock-musicians-and-their-parents-homes-070419">link</a> que tem até os Jackson Five! Aff&#8230; muito <em>american</em> demais pro meu gosto, credo!</p>
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		<title>que poeira leve</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 19:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<category><![CDATA[drawing]]></category>
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		<description><![CDATA[Download audio file (10-so-solidao.mp3) Tom Zé &#8211; Só (Solidão) Essa música genial é do disco Estudando o Samba. Adoro a parte que diz &#8220;o telefo- [vácuo]&#8221; e no final &#8220;o telefone tocou&#8230; foi engano&#8221;! Me lembra &#8220;olha a cobra! &#8230;é mentira!&#8221; hehehe! E &#8220;na vida quem perde o telhado em troca recebe as estrelas&#8221; é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/so.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/so.jpg" alt="" title="so" width="500" height="331" class="alignnone size-full wp-image-995" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/10-so-solidao.mp3">Download audio file (10-so-solidao.mp3)</a><br /><br />
Tom Zé &#8211; <a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/10-so-solidao.mp3">Só (Solidão)</a><br />
Essa música genial é do disco Estudando o Samba. Adoro a parte que diz &#8220;o telefo- [vácuo]&#8221; e no final &#8220;o telefone tocou&#8230; foi engano&#8221;! Me lembra &#8220;olha a cobra! &#8230;é mentira!&#8221; hehehe! E &#8220;na vida quem perde o telhado em troca recebe as estrelas&#8221; é tão lindo&#8230; </p>
<p>Esse ano o Tom Zé lançou o disco “Estudando a Bossa – Nordeste Plaza” que estou escutando agora. Amanhã, dia 22 e 23 de novembro ele apresenta o show de lançamento do álbum no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Vou perder pois ainda ando trabalhando muito.</p>
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		<title>coisas belas e tristes</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 12:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse ano eu perdi minha babushka mas ganhei matryoshkas. O que por assossiação bizarra me fez lembrar o filme Lilja 4-ever de Lukas Moodysson (o mesmo diretor de Fucking Åmål). Lindo de morrer do coração, chorei tanto&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse ano eu perdi minha <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Babushka">babushka</a> mas ganhei <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Matryoshka_doll">matryoshkas</a>.<br />
<a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/ma.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/ma-500x375.jpg" alt="" title="ma" width="500" height="375" class="alignnone size-medium wp-image-881" /></a></p>
<p>O que por assossiação bizarra me fez lembrar o filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt0300140/">Lilja 4-ever</a> de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0600546/">Lukas Moodysson</a> (o mesmo diretor de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0150662/">Fucking Åmål</a>). Lindo de morrer do coração, chorei tanto&#8230;</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lilja4ever.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lilja4ever-500x378.jpg" alt="" title="lilja4ever" width="500" height="378" class="alignnone size-medium wp-image-874" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lilya4ever2.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lilya4ever2-500x326.jpg" alt="" title="lilya4ever2" width="500" height="326" class="alignnone size-medium wp-image-875" /></a></p>
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		<title>lá em casa</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[art]]></category>
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		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[political]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte brasileira era tão mais excitante&#8230; Flávio de Carvalho no lançamento de seu Traje de Verão (1957) Nelson Leirner &#8211; Adoração ou Altar de Roberto Carlos (1966) Catano Veloso vestindo parangolé de Hélio Oiticica (1968) Cildo Meireles &#8211; Inserções em Circuitos Ideológicos (1970) Lygia CLark &#8211; Baba Antropofágica (1973) Anna Bella Geiger &#8211; O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte brasileira era tão mais excitante&#8230;</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/flaviodecarvalho.jpg" title="Flávio de Carvalho no lançamento de seu Traje de Verão, em 1957" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/flaviodecarvalho.jpg" alt="Flavio de Carvalho" title="Flavio de Carvalho" /></a><br />
Flávio de Carvalho no lançamento de seu Traje de Verão (1957)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/nl_robertocarlos.jpg" rel="lightbox [minhacasa]" title="Adoração ou Altar de Roberto Carlos (1966) de Nelson Leirner."><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/nl_robertocarlos.jpg" alt="" title="Nelson Leirner" width="500" height="560" class="alignnone size-full wp-image-816" /></a><br />
Nelson Leirner &#8211; Adoração ou Altar de Roberto Carlos (1966)  </p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/helio2.jpg" rel="lightbox [minhacasa]" title="Catano Veloso vestindo parangolé de Hélio Oiticica"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/helio1.jpg" alt="Helio Oiticica Parangole" title="Helio Oiticica Parangole" /></a><br />
Catano Veloso vestindo parangolé de Hélio Oiticica (1968)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/coca.jpg" title="Cildo Meireles - Inserções em Circuitos Ideológicos (1970)" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/coca.jpg" alt="" title="Cildo Meireles - Inserções em Circuitos Ideológicos (1970)" width="400" height="438" class="alignnone size-full wp-image-822" /></a><br />
Cildo Meireles &#8211; Inserções em Circuitos Ideológicos (1970)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lc_babaantropofagica1973.jpg" title="Lygia CLark - Baba Antropofágica (1973)" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lc_babaantropofagica1973.jpg" alt="" title="Lygia CLark Baba Antropofágica (1973)" /></a><br />
Lygia CLark &#8211; Baba Antropofágica (1973)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/paonosso1978geiger.jpg" title="ANNA BELLA GEIGER O Pão nosso (1978)" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/paonosso1978geiger.jpg" alt="ANNA BELLA GEIGER O Pão nosso (1978)" title="O Pão nosso (1978)" /></a><br />
Anna Bella Geiger &#8211; O Pão nosso (1978)</p>
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