• shellhouse
    shellhouse2
    Carolina Pino repensa a moradia de rua com esse projeto intitulado “shellhouse“. Só não sei se os mendigos iam gostar, é bem melhor um cobertorzinho… Também não entendi direito pra quê colocar um transmissor com frequência de rádio que informa o nome, idade e origem do mendigo. Quer dizer, lógico que é para monitorar os caras, meio bizarro, tipo que nem aquelas pulseiras que colocam nos passarinhos. Será que alguém algum dia vai entender que mendigo também é gente e não bicho? Mas tem uma coisa bem legal nesse projeto que é a forma DIY (Do it yourself), no site dele qualquer um pode baixar as instruções para fazer a casa e o tal do transmissor. Eu penso que o transmissor poderia servir pros camelôs ficarem sabendo quando a polícia vai aparecer, assim eles podem rapidinho levantar a banca, rs!
    Uma coisa bonita que ela escreve no projeto:

    “

    A house is where we validate this existence in the physical space.
    A shelter that gives us protection, our intimate space.

  • pantone.jpg

    A Pantone está investindo pacas em mercadorias. Um amigo meu voltou da Europa e encontrou lá canecas Pantone, lápis de cores Pantone, e eu já vi na internet bolsas Pantone e até bancos Pantone. Queria conhecer algum membro da família Pantone, ele deve estar riquíssimo. Não basta as tintas, a escala de Pantone que é tipo um absurdo de caro, e agora os produtos. O Pantone foi um gênio quando decidiu patentear a coisa, hein? Está faturando alto. Acima a mais nova sacada: os óculos com hastes cambiáveis da Pantone, cada um com uma cor especial (Pantone) diferente. Veja mais aqui.

  • Em One Page Magazine podemos ver a relação entre o conteúdo e anúncios publicitários no espaço de algumas publicações como a revista National Geographic e a Wired. A comparação é óbvia: quanto mais fútil o conteúdo e o tema mais entuxam marcas e coisas na revista para vender, olha a Vogue! Outra coisa notável é o uso do canto inferior direito para a assinatura dos logos.

    national_vogue.jpg
    A National Geographic tem 25 páginas com anúncios publicitários enquanto a Vogue (versão francesa no exemplo acima) tem 236.

    wired_economist.jpg

    (Via Graphicology.)

  • Achei essa coleção de capas de livros antiguinhos, incríveis! Tem uma sessão Sexy Digest foda! Olha só:
    playboy.jpg retro.jpg island.jpg

    E pra completar toda a coleção da Pelican desde os anos 30 até os 80 na Things Magazine:
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  • Descobri o portfolio da artista que fez a capa dos CDs do Panda Bear. Ela se chama Agnes Montgomery, algumas colagens abaixo (clicando na imagem você pode ver mais):

    agnes.png


    agnes2.png

  • infografico.jpg Um infográfico na Wired explica todo o processo do blog desde a criação do post, os agregators, buscas, spans até o leitor, como funciona a joça. Além de interessante é muito bem feito em flash o gráfico, vale conferir aqui ó: Link.

  • O site AdBusters é quem está encabeçando a campanha do dia internacional sem compra. “Dirigir carros híbridos ou limitar as emissões nas indústrias é ótimo, mas não passam de ’soluções band-aid’ se não atingirmos o centro do problema: nós temos que consumir menos”. Kalle Lasn, no AdBusters. Pena que os maiores consumidores, eles, os estadosunidenses, são os que menos acatam tais iniciativas conscientizadoras. O dia mundial sem carro, o dia sem TV, alguém ficou sabendo? Enfim, ótimo esse Ad:

    não compre
    via apocalipse motorizado

  • O comendiante está com a corda toda estreando seu novo filme Bee Movie pela DreamWorks. Vejam o trailer aqui . Não sei se é bom, me pareceu meio patético tipo sacadinhas e trocadilhos com “B Movie” enfim… mas ainda sou fã do seriado. Ele tbm está nessa propaganda da HP, olha só:

  • Ontem resolvemos sair para dançar. O lugar era meio uó e as pessoas e o som horríveis mas a gente suportava e falava que tudo bem, que era um passeio “antropológico”. Era ruim principalmente porque não tinham aquelas mesmas pessoas que a gente vê sempre nas baladas, o povo era diferente. A música também não era igual às que ouvimos nas outras festas e as pessoas dançavam de outro jeito. É feio não gostar do que é diferente? Eu acho que a gente (sem generalizar: eu, meus amigos e algumas pessoas que eu conheço) fala que é antropológico só pra não se queimar e não ficar feio na fita, porque preconceito é feio. Quero dizer o seguinte: o diferente é sempre recebido de forma ruim mas a gente precisa saber lidar com isso e assim dizemos que é “antropológico”. Porque antropologia, dentre outras coisas, é conhecer e entender o diferente, a outra cultura, o outro lugar, correto? Mas ao mesmo tempo eu acho que as vezes é muita hipocrisia maquiar o medo e o preconceito com o conhecimento. Enfim, ficou redundante e raso mas tudo bem.

  • Graffiti verdeA nova onda VERDE também chegou na rua, ou melhor, arte de rua. O graffiti é visto muitas vezes como sujeira ou pixação, vandalismo etc. Por isso e defendendo a guerrilha verde, artista Edina Tokodi propõe repensar o ambiente urbano de forma ecologicamente correta usando gramas para desenhar nas paredes figuras de animais ou camuflagens. [via Designboom]

    Já o Street Advertising Services é tipo um coletivo que presta serviços de publicidade para lojas ou empresas em um veículo nada comum: a rua. Eles usam máscara e jato d’água (aqueles aparelhos que soltam água que os prédios de ricos usam para limpar a calçada da frente) para fazer tipo um stencil, ou graffiti. É publicidade limpando a calçada, esse projeto super caberia dentro da lei Cidade Limpa aqui de São Paulo, hein?

    E se não me falha a memória, acho que foi o artista Laerte Ramos quem fez algo parecido no túnel que vai da Rebouças ao Pacaembu alguns anos atrás. Ele grafitou seus trabalhos simplesmente limpando o cinza escuro das paredes.

  • debbie harry Ontem eu li no NY Times um artigo sobre a musa e seu novo disco Necessary Evil. Eu ainda não tive oportunidade de ouvir portanto não posso criticar mas meu… a capa é muito feia! Todas as minas de bandas pagam pau pra ela, o artigo até menciona a Johanna Fateman do Le Tigre falando que ela nunca deixou de ser cool. Mas ela gosta de M.I.A., Lily Allen e Yeah Yeah Yeahs… ai podia ser melhor, hein? Tô com impressão de que eu vou me desapontar com esse CD. Enfim… nada é para sempre, mas ela continua linda.

  • Tava demorando pra alguém ter a idéia de fazer um mapa tipo googleMaps com os endereços dos monumentos e construções mais importantes da arquitetura moderna e contemporânea. MIMOA.eu é um guia que mostra os pontos mais hypados na arquitetura da Europa. Mas é meio tosco, nem tem o Guggenheim de Bilbao feito pelo Frank Gehry… ou pelo menos eu não achei.

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Projeto casa-móvel para mendigo

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Pantone Eyewear

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A revista de uma página só

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Vintage Paperback Books

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colagem

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Essa web 2.0

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Não compre, plante!

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Seinfeld de volta

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só a antropologia nos une

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Graffiti verde

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Debbie Harry sessentona

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Pra quem gosta de arquitetura