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	<title>esmero &#187; editorial</title>
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		<title>Fanzinoteca ambulante</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 01:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[crafts]]></category>
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		<description><![CDATA[A Fanzinoteca ambulante é um projeto espanhol que tem como intenção divulgar publicações independentes e não comerciais. Os fanzines são conhecidos pela qualidade tosca, produzidos com baixo custo, na maioria com colagens e xerox. O mais legal é a ideia do módulo itinerante de consulta com os diversos fanzines e um móvel para eventos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/jamzine-1-650x595.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/jamzine-1-650x595.jpg" alt="" title="jamzine-1-650x595" width="500" height="457" class="alignnone size-full wp-image-1258" /></a><br />
A <a href="http://www.fanzinoteca.net/">Fanzinoteca ambulante</a> é um projeto espanhol que tem como intenção divulgar publicações independentes e não comerciais. Os fanzines são conhecidos pela qualidade tosca, produzidos com baixo custo, na maioria com colagens e xerox. O mais legal é a ideia do <a href="http://www.fanzinoteca.net/esp08/20modul_esp.html">módulo itinerante</a> de consulta com os diversos fanzines e um móvel para eventos e atividades com um xerocão, tesouras, colas carimbos para quem quiser fazer o seu.</p>
<p>Pra mim fanzine tem gostinho de infância, pré-adolescência, mas me deu super vontade de fazer colagens e repensar esse formato que é tão bacana e usar de veículo para alguma publicação. Me lembrou também <a href="http://www.eloisacartonera.com.ar/"> Eloísa Cartonera</a>&#8230; Gosto dessas ações baixo-custo, DIY, me deixa uma esperança de mundo melhor e de que estamos fazendo pequenas revoluções dentro desse sistema errado. Acho um absurdo não poder xerocar livros, sou a favor da cópia sim, acesso livre ao conhecimento! </p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/picture-1.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/picture-1.jpg" alt="" title="picture-1" width="433" height="576" class="alignnone size-full wp-image-1260" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/jamzine1.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/jamzine1.jpg" alt="" title="jamzine1" width="500" height="374" class="alignnone size-full wp-image-1259" /></a></p>
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		<title>levantando o tapete</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 18:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[editorial]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Esses são alguns desenhos do artista argentino Nicolas Róbbio que foram censurados no jornal da Bienal, 28b. O prédio da Bienal (dentro) é um estacionamento e fora um parque de diversões, somos cara-de-pau e o monumento é um joão-bobo? hahah! Muito bom! O Cypriano escreveu um texto ótimo criticando a Bienal e colocando o dedo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-6-copy.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-6-copy.jpg" alt="" title="nicolas-6-copy" width="500" height="634" class="alignnone size-full wp-image-1157" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-4.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-4.jpg" alt="" title="nicolas" width="500"/></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-7-copy.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-7-copy.jpg" alt="" title="nicolas" width="500"/></a><br />
Esses são alguns desenhos do artista argentino <a href="http://diversao.uol.com.br/arte/bienal/2008/artistas/nicolas-robbio/">Nicolas Róbbio</a> que foram <span class="selection">censurados</span> no jornal da Bienal, 28b. O prédio da Bienal (dentro) é um estacionamento e fora um parque de diversões, somos cara-de-pau e o monumento é um joão-bobo? hahah! Muito bom!</p>
<p>O Cypriano escreveu um <a href="http://www.forumpermanente.org/.imprensa/a-recepcao-da-28a-bienal-de-sao-paulo/um-acordo-de-cavalheiros-em-vivo-contato/">texto ótimo</a> criticando a Bienal e colocando o dedo na ferida sem dó! Leiam <a href="http://www.forumpermanente.org/.imprensa/a-recepcao-da-28a-bienal-de-sao-paulo/um-acordo-de-cavalheiros-em-vivo-contato/">aqui</a>. No final ele fala do <span class="selection">movimento colocar a sujeira debaixo do tapete</span> por parte da curadoria ao criar uma situação de falsa crítica e acordo de cavalheiros com a presidência da instituição. Fica aquela velha pergunta: <span class="selection">&#8220;é possível realizar a crítica institucional dentro da instituição?&#8221;</span>. E o encobrimento se torna mais óbvio quando o Ivo diz que vai fazer um relatório final acerca de conclusões sobre o evento porém ele será secreto. Ou seja, o compromisso do Ivo no final das contas é com a instituição e não com o público. Olha o que o Cypriano diz sobre isso: </p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>É compreensível que existam relatórios internos que não precisam ser públicos. Contudo, no caso da 28ª Bienal, esse documento seria como o relatório de uma Comissão Parlamentar de Inquérito e relatórios de CPI são necessariamente públicos.&#8221; Auditoria, já! haha!</p>
<p>Outros trechos do texto:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>a bienal da crítica institucional separou a reflexão da produção artística, como se a crítica não pudesse ser realizada pelos artistas, ou pior, deveria ser evitada.</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>A ausência de projetos de risco na Bienal, tornou-se assim, uma marca desse evento, como afirmou a artista Carla Zaccagnini, no último debate da série “A Bienal de São Paulo e o meio artístico brasileiro: memória e projeção”.</p>
<p>Sobre o tal do jornal 28b:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>O jornal 28b, aliás, comprova outra das incongruências de “em vivo contato”: se por um lado ele cria um novo circuito para a Bienal, ao ser distribuído gratuitamente pela cidade, por outro, seu conteúdo é tão conservador que chega a ser estarrecedor. A começar pela existência de um editorial: <span class="selection">Por que é preciso uma página tão hierárquica, com a voz de um dono da verdade como um editor? Mas não é só isso: Por que os artigos são tão convencionais rebaixando o conteúdo, evitando a reflexão?</span> Por que evitar as polêmicas da mostra, como se elas não existissem, dando a impressão de um “house organ” publicitário? Por que buscar agradar o leitor a todo custo, no modelo “o povo fala” usado nos tablóides sensacionalistas?</p>
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