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Ou “o que fazer com tando lixo?”. É mais ou menos a proposta da mostra The SMART Art ‘Trash into Treasure’ que acontece em SF, USA.“Competition was launched earlier this year with the goal to show the world that discarded items can be re-designed, re-used and re-thought into works of art and every day functional items.”
via Fecal Face
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O sonho de uma cidade pública, dotada de espaços de encontros e trocas livres, é abandonado em favor do privilégio concedido ao ambiente privado pela globalização e as condições pós-modernas de desenvolvimeno do capitalismo” Amer Moustafa
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Usar o transporte público em vez do automóvel privado tem claramente consequências ambientais que impactam a vivibilidade da cidade. Mas não é só uma questão dos efeitos dessa decisão sobre a qualidade do ar que se respira. É também o impacto sobre os aspectos relacionais e de interação entre pessoas, e do nosso próprio relacionamento com a cidade.
Moro na Europa já há varios anos e recebo frequentemente visitas no Brasil. Certa vez recebi um amigo de São Paulo com seu sobrinho adolescente. Foi desconcertante perceber que o rapaz não sabia como se relacionar com a rua, demonstrando dificuldades em entender coisas simples como o funcionamento dos bilhetes do metrô, como atravessar a rua, como dividir a calçada com outros pedestres. Evidentemente ele cresceu quase sem contato direto com a cidade, não tendo portanto a vivência do tempo-espaço da rua que, vista sempre de dentro de um carro, é percebida como um lugar de passagem, mas não de convivência.”
Lara Penin no texto “Urbano todos os dias” que faz parte do Caderno SESC_Videobrasil 04 Ocupação do Espaço | *Esse caderno é bem bom, viu? Textos legais, entrevistas ótimas com a Renata Lucas e Oda Projesi.
LINKS:
Bicicletada Curitiba: A rua é de todos!
Apocalipse motorizado
Sustainable everyday
Oda Projesi ou Projeto Sala
release do Caderno SESC_Videobrasil 04 Ocupação do Espaço
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Ao contrário do que muitos pensavam mundo está acabando mas a pintura não! Depois de ver aquelas pinturas hiper-realistas acho que entendi porque o povo achava que a pintura ja tinha dado o que tinha pra dar nas artes, né? Mas é só um meio, ferramenta que dá pano pra manga para as discussões. Lembro que uma vez foi falado que a maioria dos pintores eram homens e que a pintura era uma coisa do meio masculino e a fotografia mais do feminino. Sei lá, não tenho opinião sobre isso.
Enfim, as pinturas do Alex Lukas trazem muito do olhar fotográfico mas sem estar vinculado a discussão do hiper-realismo. Ele aproveita bem o suporte bidimensional fazendo uso de várias técnicas e tintas (acrilica, aquarela, guache, spray, serigrafia…). Vale ver com cuidado e ler a entrevista do cara aqui no Fecal Face.
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REACTIVATE!! Espacios remodelados e intervenciones mínimas é uma exposição do Espaço de arte contemporânea de Castelló – EACC que visa a discussão em torno da arquitetura urbana. Exemplos legais de como é melhor reativar lugares abandonados ou deixados pra lá do que ficar construindo mais e mais e mais. Lá tem também site-specifics, intervenções e ações comunitárias.


Acima a Matryoshka dolls house dos arquitetos da FNP
Ação do autríaco Friedemann Derschmidt, já vi isso em algum lugar…
Na entrada do evento os visitantes são convidados a adotar uma arvorezinha,
fofo né? É o Petgarden!Eu achei no site we make money not art, lá tem uma cobertura boa do evento:
parte 1, parte 2 e parte 3 – Refúgios urbanos.
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Empresa italiana passando mensagens ecologicamente corretas nos próprios caminhões. No NotCot hoje.
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Story of stuff é um site que se propõe explicar de forma simples e clara o ciclo de consumo e produção de lixo atual com uma visão crítica. Dividido em 7 capítulos, o vídeo compreende desde a extração de matéria-prima, produção industral, distribuição, consumo, eliminação até a proposta de uma nova via. Achei curioso o fato de que o design do site se aproxima muito à identidade visual da Apple. Vários elementos e recusos de vídeo iguais, tipo a narradora com um ipod no fundo branco. No mais o vídeo é bem fofo, as animações e infográficos são ótimos! Talvez um pouco simplista demais no conteúdo, é bem americano e para americanos mas vale a pena ver (principalmente pois o modelo deles é o adotado em quase todo o resto do mundo). Aí vão dois teasers:
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Minha tia bióloga que trabalha no MMA me mandou um email com mensagens de ano novo lindas para repensarmos o consumo e nosso modo de vida afim de preservar o meio ambiente. Ontem o blog Apocalipse Motorizado colocou uma delas:
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O site AdBusters é quem está encabeçando a campanha do dia internacional sem compra. “Dirigir carros híbridos ou limitar as emissões nas indústrias é ótimo, mas não passam de ’soluções band-aid’ se não atingirmos o centro do problema: nós temos que consumir menos”. Kalle Lasn, no AdBusters. Pena que os maiores consumidores, eles, os estadosunidenses, são os que menos acatam tais iniciativas conscientizadoras. O dia mundial sem carro, o dia sem TV, alguém ficou sabendo? Enfim, ótimo esse Ad:
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Olha só o título desse post num site “8 Environmentally Friendly Burial Alternatives.. or 8 Options to the Boring Old Coffin”. A não, gente, é o cúmulo da febre dos designers ecologicamente corretos! Era só o que faltava fazer caixões biodegradáveis que não agridem a terra, rs! A maioria deles é feita com material reciclável como jornal, ou melhor, papel maché, olha esse:
Eu prefiro ser queimada e jogada sem caixão diretamente na terra, me parece mais sensato se a preocupação é a terra, enfim… não quero mais pensar nisso!
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Olha só como aproveitar ao máximo cada gotinha de água:

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A nova onda VERDE também chegou na rua, ou melhor, arte de rua. O graffiti é visto muitas vezes como sujeira ou pixação, vandalismo etc. Por isso e defendendo a guerrilha verde, artista Edina Tokodi propõe repensar o ambiente urbano de forma ecologicamente correta usando gramas para desenhar nas paredes figuras de animais ou camuflagens. [via Designboom] Já o Street Advertising Services é tipo um coletivo que presta serviços de publicidade para lojas ou empresas em um veículo nada comum: a rua. Eles usam máscara e jato d’água (aqueles aparelhos que soltam água que os prédios de ricos usam para limpar a calçada da frente) para fazer tipo um stencil, ou graffiti. É publicidade limpando a calçada, esse projeto super caberia dentro da lei Cidade Limpa aqui de São Paulo, hein?
E se não me falha a memória, acho que foi o artista Laerte Ramos quem fez algo parecido no túnel que vai da Rebouças ao Pacaembu alguns anos atrás. Ele grafitou seus trabalhos simplesmente limpando o cinza escuro das paredes.
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Já faz um tempinho que a moda das sacolas ecologicamente corretas vem explodindo pelo mundo a fora. Uma hábito que já existe há tempos entre os alemães e holandeses e aposto que muitos outros países. Aqui mesmo no Brasil é um pouco assim – na feira todo mundo leva a sua sacola! O problema são os supermercados que fazem a gente consumir essas mil sacolinhas. O próprio empacotador, ou caixa de supermercado, coloca 4 sacolinhas para empacotar uma garrafa. Eu sempre tenho que falar: não, não precisa! Eu concordo que as pessoas não têm consciência ambiental e são responsáveis pelo lixo que produzem, mas acho que não são apenas elas, consumidoras, o principal problema e sim a indústria.
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