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	<title>esmero &#187; política</title>
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		<title>qualquer semelhança é mera realidade</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 22:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Maria Eichhorn &#8211; Maria Eichhorn Public Limited Company 2002 Será que arte hoje está mais &#8220;política&#8221; ou mais próxima à outras áreas das ciências humanas pois estamos perdendo o senso do real em nossa vivência? Ainda com Flusser na cabeça fiquei me questionando se o fato de estarmos perdendo as estribeiras da realidade (com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.stretcher.org/reviews/images/2002/documenta/eichhorn.jpg" alt="" /><br />
 Maria Eichhorn &#8211; <em>Maria Eichhorn Public Limited Company</em> 2002</p>
<p>Será que arte hoje está mais &#8220;política&#8221; ou mais próxima à outras áreas das ciências humanas pois estamos perdendo o senso do real em nossa vivência?<br />
Ainda com Flusser na cabeça fiquei me questionando se o fato de estarmos perdendo as estribeiras da realidade (com a produção de imagens mascaradas de realidade) não teria a ver com a arte e o mundo da ficção estarem tão voltados para conceitos reais, preocupações de cunho social. Lógico que sempre houve arte política, mas parece que agora o foco é cada vez mais esse e algumas vezes é só isso, só o discurso. Os coletivos todos que pululam e as grandes exposições como a próxima Bienal dão cada vez mais enfoque ao político trazendo a realidade para dentro dos museus. </p>
<p>Me lembrei de um texto do Basualdo sobre a Documenta XI (aliás a mostra mais política) onde ele cita Borges e suas ficções. No conto <a href="http://www.scribd.com/doc/7263315/17-Tlon-Uqbar-Orbis-Tertius-El-Jardin-de-Senderos-Que-Se-Bifurcan-1941">Tlön, Uqbar, Orbis Tertius,</a> um fascículo da enciclopédia de um mundo ilusório (fictício) é achado e algumas palavras, conceitos e coisas de lá se tornam reais e como num espelho de Alice o mundo fantástico vai escapando até preencher o real. </p>
<p><img src="http://www.boijmans.rotterdam.nl/images/calendar/full/534/Superflex_1_website_534_pix.jpg" alt="Copy Right" /><br />
Superflex &#8211; <em>Copy Right</em>, 2006</p>
<p>Seria então a arte uma forma de contrapondo do real? Se estamos perdendo o senso e nosso mundo está ilusório demais ela tenta trazer de volta com a ajuda de outras áreas.</p>
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		<title>militantes gráficos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 14:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
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		<description><![CDATA[Fiquei encantada com o trabalho dos franceses Formes Vives que encontrei via manystyuff.org. Como podem ver eles são bem engajados e os desenhos tem um tom político ácido por vezes. As serigrafias que eles fazem são incrívels, não? Fuçando no blog deles também achei outra preciosidade&#8230; o trabalho de um ilustrador (também francês) chamado Berbolex. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://formes-vives.org/chantier/images/numero1/travail-collectif-typo.jpg" alt="coletivo" /><br />
Fiquei encantada com o trabalho dos franceses <a href="http://www.formes-vives.org">Formes Vives</a> que encontrei via <a href="http://www.manystuff.org/">manystyuff.org</a>. Como podem ver eles são bem <a href="http://www.formes-vives.org/images/Citoyen-education-reforme.jpg">engajados</a> e os desenhos tem um tom político ácido por vezes. </p>
<p><img src="http://formes-vives.org/chantier/images/pave/CartePedagogique-1.jpg" alt="carte" /></p>
<p><a href="http://www.formes-vives.org/chantier/index.php?2009/06/11/67-chantier-le-livre"><img src="http://formes-vives.org/chantier/images/livre/chantier-couv1.jpg" alt="livro" /></a></p>
<p><img src="http://formes-vives.org/chantier/images/images/choses-politiques/PostersPolitiques-4.jpg"/><br />
As serigrafias que eles fazem são incrívels, não?<br />
Fuçando no blog deles também achei outra preciosidade&#8230; o trabalho de um ilustrador (também francês) chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blexbolex">Berbolex</a>. Coloquei uma amostra abaixo, é um livro de crianças impresso em 3 cores que viram 7, lindo! </p>
<p><img src="http://www.formes-vives.org/blog/images/bibliotheque/zammit/blexbolex/blexbolex-2.jpg" alt="berbolex" /><br />
Se gostaram dá pra ver um pouquinho mais <a href="http://www.formes-vives.org/blog/index.php?2008/11/15/236-blexbolex-l-imagier-des-gens">aqui</a>.</p>
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		<title>mi calle su casa</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 18:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“ O sonho de uma cidade pública, dotada de espaços de encontros e trocas livres, é abandonado em favor do privilégio concedido ao ambiente privado pela globalização e as condições pós-modernas de desenvolvimeno do capitalismo&#8221; Amer Moustafa “ Usar o transporte público em vez do automóvel privado tem claramente consequências ambientais que impactam a vivibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/odaprojesi.jpg" rel="lightbox" title="interação entre visinhos promovida pelo Oda Projesi “A Day in the Room” (2000-02), Bairro Galata, Istambul"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/odaprojesi.jpg" alt="" title="odaprojesi" width="500" height="356" class="alignnone size-full wp-image-1317" /></a></p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>O sonho de uma cidade pública, dotada de espaços de encontros e trocas livres, é abandonado em favor do privilégio concedido ao ambiente privado pela globalização e as condições pós-modernas de desenvolvimeno do capitalismo&#8221; <a href="http://www.holcimfoundation.org/T422/F07ACADMOUSTAFA.htm">Amer Moustafa</a></p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>Usar o transporte público em vez do automóvel privado tem claramente consequências ambientais que impactam a <em>vivibilidade</em> da cidade. Mas não é só uma questão dos efeitos dessa decisão sobre a qualidade do ar que se respira. <span class="selection">É também o impacto sobre os aspectos relacionais e de interação entre pessoas, e do nosso próprio relacionamento com a cidade.</span></p>
<p>Moro na Europa já há varios anos e recebo frequentemente visitas no Brasil. Certa vez recebi um amigo de São Paulo com seu sobrinho adolescente. Foi desconcertante perceber que o rapaz não sabia como se relacionar com a rua, demonstrando dificuldades em entender coisas simples como o funcionamento dos bilhetes do metrô, como atravessar a rua, como dividir a calçada com outros pedestres. Evidentemente ele cresceu quase sem contato direto com a cidade, não tendo portanto a vivência do tempo-espaço da rua que, vista sempre de dentro de um carro, é percebida como um lugar de passagem, mas não de convivência.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.sustainable-everyday.net/main/?page_id=15">Lara Penin</a> no texto &#8220;<em>Urbano todos os dias</em>&#8221; que faz parte do <a href="http://www.lojasescsp.org.br/sesc/loja/index.cfm?produto=97&#038;area_loja=5">Caderno SESC_Videobrasil 04 Ocupação do Espaço</a>   |   *Esse caderno é bem bom, viu? Textos legais, entrevistas ótimas com a <a href="http://www.encuentromedellin2007.com/?q=book/export/html/3265">Renata Lucas</a> e <a href="http://www.odaprojesi.org/">Oda Projesi</a>.</p>
<p>LINKS:<br />
<a href="http://bicicletadacuritiba.wordpress.com/2008/07/14/ruas-sao-salas-de-estar-ou-estacionamentos/">Bicicletada Curitiba: A rua é de todos!</a><br />
<a href="http://www.apocalipsemotorizado.net/">Apocalipse motorizado</a><br />
<a href="http://www.sustainable-everyday.net/SEPhome/home.html">Sustainable everyday</a><br />
<a href="http://odaprojesi.org/lang-pref/en/">Oda Projesi</a> ou <em>Projeto Sala</em><br />
<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/videobrasil/site/press/pdfs/release_caderno4.pdf"> release do Caderno SESC_Videobrasil 04 Ocupação do Espaço</a></p>
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		<title>Alex Lukas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 18:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao contrário do que muitos pensavam mundo está acabando mas a pintura não! Depois de ver aquelas pinturas hiper-realistas acho que entendi porque o povo achava que a pintura ja tinha dado o que tinha pra dar nas artes, né? Mas é só um meio, ferramenta que dá pano pra manga para as discussões. Lembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/lukas_9.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/lukas_9.jpg" alt="" title="lukas_9" width="500" height="404" class="alignnone size-full wp-image-1292" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/lukas_11.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/lukas_11.jpg" width="500" /></a><br />
Ao contrário do que muitos pensavam mundo está acabando mas a pintura não! Depois de ver aquelas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chuck_Close">pinturas hiper-realistas</a> acho que entendi porque o povo achava que a pintura ja tinha dado o que tinha pra dar nas artes, né? Mas é só um meio, ferramenta que dá pano pra manga para as discussões. Lembro que uma vez foi falado que a maioria dos pintores eram homens e que a pintura era uma coisa do meio masculino e a fotografia mais do feminino. Sei lá, não tenho opinião sobre isso.<br />
Enfim, as pinturas do Alex Lukas trazem muito do olhar fotográfico mas sem estar vinculado a discussão do hiper-realismo. Ele aproveita bem o suporte bidimensional fazendo uso de várias técnicas e tintas (acrilica, aquarela, guache, spray, serigrafia&#8230;). Vale ver com cuidado e ler a entrevista do cara aqui no <a href="http://www.fecalface.com/SF/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=1452&#038;Itemid=92">Fecal Face</a>.</p>
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		<title>amor e conflito</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 16:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tá certo que ontem eu estava bem emotiva mas esse filme me tirou litros de lágrimas! É lindo lindo, apesar de tenso&#8230; Foi uma surpresa pois não sabia muito do que se tratava e a capa do dvd parece super alto astral e curtição, haha! Acho que é bem pertinente assisti-lo em meio ao falatório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ou4UFIiY1wk&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Ou4UFIiY1wk&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Tá certo que ontem eu estava bem emotiva mas <a href="http://www.imdb.com/title/tt0476643/">esse filme</a> me tirou litros de lágrimas! É lindo lindo, apesar de tenso&#8230; Foi uma surpresa pois não sabia muito do que se tratava e <a href="http://www.imdb.com/media/rm2173277696/tt0476643" target="blank">a capa do dvd</a> parece super alto astral e curtição, haha! Acho que é bem pertinente assisti-lo em meio ao falatório sobre guerras e conflitos Israel/Palestina na faixa de Gaza mas no caso o aspecto político é tratado de uma forma mais simples (talvez um pouco naif e superficial) mas não deixa de ser contundente. E a trilha sonora é foférrima! </p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/brighteyes_firstdayofmylife.mp3">Download audio file (brighteyes_firstdayofmylife.mp3)</a><br /> <br />
<a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/brighteyes_firstdayofmylife.mp3">First Day Of My Life</a> &#8211; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=o5rhhQbyYV0">Bright Eyes</a></p>
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		<title>ecapitalismo!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 15:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que medo esse tal de &#8220;Capitalismo Verde&#8221; citado na tradução do texto “20 Theses against green capitalism” no Apocalipse motorizado. Quando li primeiramente nos feed achei uma viagem alarmista demais&#8230; mas quando entrei no site hoje pra linkar como referência no Twitter assisti ao vídeo (que não aparece nos feeds pq é youtube) e fiquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que medo esse tal de &#8220;Capitalismo Verde&#8221; citado na <a href="http://apocalipsemotorizado.net/2008/12/17/eco-consumismo/">tradução</a> do texto “<a href="http://auto_sol.tao.ca/node/3205">20 Theses against green capitalism</a>” no <a href="http://apocalipsemotorizado.net/2008/12/17/eco-consumismo/">Apocalipse motorizado</a>. Quando li primeiramente nos feed achei uma viagem alarmista demais&#8230; mas quando entrei <a href="http://apocalipsemotorizado.ne/">no site</a> hoje pra linkar como referência no <a href="https://twitter.com/lauradavina">Twitter</a> assisti ao vídeo (que não aparece nos feeds pq é youtube) e fiquei horrorizada! Gentem! &#8220;ECO-SEXY&#8221;???? &#8220;Quem precisa do protocolo de Kyoto se podemos comprar eco&#8221;??? Minha nossa senhora, dêem uma olhada nisso:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MCvylJRj-cw&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MCvylJRj-cw&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
Alguns apontamentos que o texto coloca em relação a isso:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>(&#8230;) Esta postura não altera em nada a rota de colisão entre as economias de mercado e a biosfera.</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>7. O “Capitalismo Verde” não vai colocar em discussão o poder daqueles que mais emitem gases de mudanças climáticas (empresas de energia, companhias aéreas, montadoras de automóveis, agricultura industrial), mas simplesmente vai despejar mais dinheiro nestas empresas, para ajudá-las a manter seus lucros mediante pequenas mudanças ecológicas, que serão muito pequenas e tomadas muito tarde.</p>
<p>Leia na íntegra <a href="http://apocalipsemotorizado.net/2008/12/17/eco-consumismo/">aqui</a>.</p>
<p><span class="selection">Difiícil viver num mundo onde tudo vira produto&#8230;</span></p>
<p>E agora uma piadinha infame do meu pai que eu não poderia deixar passar: &#8220;2009 vai ser o ano do consumismo: con su mismo auto, con su mismo celular, con su mismo pantalón&#8230;&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>levantando o tapete</title>
		<link>http://lauradavina.com/blog/levantando-o-tapete/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 18:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esses são alguns desenhos do artista argentino Nicolas Róbbio que foram censurados no jornal da Bienal, 28b. O prédio da Bienal (dentro) é um estacionamento e fora um parque de diversões, somos cara-de-pau e o monumento é um joão-bobo? hahah! Muito bom! O Cypriano escreveu um texto ótimo criticando a Bienal e colocando o dedo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-6-copy.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-6-copy.jpg" alt="" title="nicolas-6-copy" width="500" height="634" class="alignnone size-full wp-image-1157" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-4.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-4.jpg" alt="" title="nicolas" width="500"/></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-7-copy.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/nicolas-7-copy.jpg" alt="" title="nicolas" width="500"/></a><br />
Esses são alguns desenhos do artista argentino <a href="http://diversao.uol.com.br/arte/bienal/2008/artistas/nicolas-robbio/">Nicolas Róbbio</a> que foram <span class="selection">censurados</span> no jornal da Bienal, 28b. O prédio da Bienal (dentro) é um estacionamento e fora um parque de diversões, somos cara-de-pau e o monumento é um joão-bobo? hahah! Muito bom!</p>
<p>O Cypriano escreveu um <a href="http://www.forumpermanente.org/.imprensa/a-recepcao-da-28a-bienal-de-sao-paulo/um-acordo-de-cavalheiros-em-vivo-contato/">texto ótimo</a> criticando a Bienal e colocando o dedo na ferida sem dó! Leiam <a href="http://www.forumpermanente.org/.imprensa/a-recepcao-da-28a-bienal-de-sao-paulo/um-acordo-de-cavalheiros-em-vivo-contato/">aqui</a>. No final ele fala do <span class="selection">movimento colocar a sujeira debaixo do tapete</span> por parte da curadoria ao criar uma situação de falsa crítica e acordo de cavalheiros com a presidência da instituição. Fica aquela velha pergunta: <span class="selection">&#8220;é possível realizar a crítica institucional dentro da instituição?&#8221;</span>. E o encobrimento se torna mais óbvio quando o Ivo diz que vai fazer um relatório final acerca de conclusões sobre o evento porém ele será secreto. Ou seja, o compromisso do Ivo no final das contas é com a instituição e não com o público. Olha o que o Cypriano diz sobre isso: </p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>É compreensível que existam relatórios internos que não precisam ser públicos. Contudo, no caso da 28ª Bienal, esse documento seria como o relatório de uma Comissão Parlamentar de Inquérito e relatórios de CPI são necessariamente públicos.&#8221; Auditoria, já! haha!</p>
<p>Outros trechos do texto:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>a bienal da crítica institucional separou a reflexão da produção artística, como se a crítica não pudesse ser realizada pelos artistas, ou pior, deveria ser evitada.</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>A ausência de projetos de risco na Bienal, tornou-se assim, uma marca desse evento, como afirmou a artista Carla Zaccagnini, no último debate da série “A Bienal de São Paulo e o meio artístico brasileiro: memória e projeção”.</p>
<p>Sobre o tal do jornal 28b:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>O jornal 28b, aliás, comprova outra das incongruências de “em vivo contato”: se por um lado ele cria um novo circuito para a Bienal, ao ser distribuído gratuitamente pela cidade, por outro, seu conteúdo é tão conservador que chega a ser estarrecedor. A começar pela existência de um editorial: <span class="selection">Por que é preciso uma página tão hierárquica, com a voz de um dono da verdade como um editor? Mas não é só isso: Por que os artigos são tão convencionais rebaixando o conteúdo, evitando a reflexão?</span> Por que evitar as polêmicas da mostra, como se elas não existissem, dando a impressão de um “house organ” publicitário? Por que buscar agradar o leitor a todo custo, no modelo “o povo fala” usado nos tablóides sensacionalistas?</p>
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		<title>arte/ ação/ intervenção</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 18:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<category><![CDATA[art]]></category>
		<category><![CDATA[intervention]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu li no blog IdeaFixa sobre o projeto coletivo de arte e intervenções Wokitoki, achei interessante, principalmente a imagem forte da senhora pixando um muro (pelas palavras escritas em espanhol deduzi que deveria ser uma das avós da praça de Mayo). Depois entrando no link vi que se trata de uma intervenção &#8220;Las paredes son [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/161.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/161.jpg" alt="" title="161" width="500" height="332" class="alignnone size-full wp-image-936" /></a><br />
Eu li no blog <a href="http://www.ideafixa.com/2008/10/28/wokitoki/">IdeaFixa</a> sobre o projeto coletivo de arte e intervenções <a href="http://www.wokitoki.org/">Wokitoki</a>, achei interessante, principalmente a imagem forte da senhora pixando um muro (pelas palavras escritas em espanhol deduzi que deveria ser uma das avós da praça de Mayo). Depois entrando no link vi que se trata de uma intervenção &#8220;<a href="http://www.wokitoki.org/pagina/72">Las paredes son nuestras</a>&#8221; feita em dezembro do ano passado.</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/111.jpg" rel="lightbox"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/111.jpg" alt="" title="111" width="500" height="331" class="alignnone size-full wp-image-937" /></a><br />
Essa formiga pichada na parede tem uma história bacana que minha prima me contou. Ela simboliza um mártir lá de Rosário (Pocho) que lutava pela melhoria de vida das crianças carentes e sem-teto. Se não me engano era um padre que andava só de bicicleta pela cidade e tinha um abrigo/escola para as crianças e ele foi morto de uma forma nojenta por policiais. Os milicos aparecerem na frente da escola e ameaçaram atirar (isso não lembro o porquê) aí ele subiu no teto da casa com as mãos levantadas e pediu que não atirassem pois alí só tinha crianças. Resultado&#8230; atiraram nele. Isso tudo aconteceu não faz tanto tempo assim&#8230; queria ler mais sobre o assunto, vou procurar.</p>
<p>Ah, isso eu sei pois se você for a Rosário vai ver que tem um monte de formigas pixadas pela cidade inteira! É de arrepiar&#8230; Me instiga como os argentinos são mais ativos politicamente do que os bananas aqui que precisam de um Collor da vida pra resolver sair nas ruas.</p>
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		<title>nulo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 13:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[city]]></category>
		<category><![CDATA[interview]]></category>
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		<description><![CDATA[“ Voto contra o logro, o atraso e a mistificação do voto obrigatório. Voto deveria ser como sexo, baseado na livre escolha, na fantasia e num nítido senso de propósito Nicolau Sevcenko falou e disse. Na folha sábado passado 18/10. +++++ A entrevista com o sociólogo Francisco de Oliveira ontem na folha também está muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="bquote"> “</p>
<p>Voto contra o logro, o atraso e a mistificação do voto obrigatório. Voto deveria ser como sexo, baseado na livre escolha, na fantasia e num nítido senso de propósito</p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4783996E4">Nicolau Sevcenko</a> falou e disse. Na folha sábado passado 18/10.</p>
<p>+++++</p>
<p>A <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1910200805.htm">entrevista</a> com o sociólogo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Oliveira">Francisco de Oliveira</a> ontem na folha também está muito boa:</p>
<p class="bquote"> “</p>
<p>São Paulo é uma cidade bastante conservadora. Se você retoma a história brasileira, o populismo paulista sempre foi de direita: Adhemar de Barros, Jânio Quadros, Paulo Maluf.<br />
<span id="more-854"></span><br />
<strong>FOLHA &#8211; Mas o PT continua sendo muito votado na periferia da cidade e nos demais municípios da região metropolitana. O sr. acha que a esquerda foi expulsa para fora da cidade -para a região metropolitana?</strong><br />
OLIVEIRA &#8211; Foi, é verdade. Esse é um fenômeno político da maior importância. As indústrias saíram de São Paulo. São Paulo não é mais uma cidade proletária: é uma cidade de serviços e de um setor informal imenso, cuja identificação de classe é muito ambígua, muito perpassada pelo fenômeno da sobrevivência. É uma situação de classe muito difícil. São Paulo não é mais do proletariado clássico. Moro num bairro, a Vila Romana, que antigamente tinha várias indústrias. Hoje não tem mais nenhuma, todas foram para outros municípios.<br />
<strong><br />
FOLHA &#8211; Inclusive é uma área de forte investimento imobiliário.</strong><br />
OLIVEIRA &#8211; Forte, muito forte. Não é uma zona rica, comparada a Higienópolis, mas é uma zona de investimentos imobiliários muito altos. E aqui você tinha a Matarazzo, a Saturnia, a Melhoramentos -hoje aqui só ficou o escritório-, a Parmalat&#8230; Era uma zona de fábricas, e hoje não tem mais nenhuma. Isso aconteceu com a cidade como um todo. A cidade se desproletarizou na forma clássica e ganhou um enorme exército de trabalhadores informais&#8230;.<br />
<strong><br />
FOLHA &#8211; Que em geral não votam na esquerda&#8230;</strong><br />
OLIVEIRA &#8211; Em geral eles votam na direita devido ao imediatismo. É gente que quer benefícios imediatos, sem esperar por transformações estruturais. </p>
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		<title>lá em casa</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[art]]></category>
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		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[political]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte brasileira era tão mais excitante&#8230; Flávio de Carvalho no lançamento de seu Traje de Verão (1957) Nelson Leirner &#8211; Adoração ou Altar de Roberto Carlos (1966) Catano Veloso vestindo parangolé de Hélio Oiticica (1968) Cildo Meireles &#8211; Inserções em Circuitos Ideológicos (1970) Lygia CLark &#8211; Baba Antropofágica (1973) Anna Bella Geiger &#8211; O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte brasileira era tão mais excitante&#8230;</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/flaviodecarvalho.jpg" title="Flávio de Carvalho no lançamento de seu Traje de Verão, em 1957" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/flaviodecarvalho.jpg" alt="Flavio de Carvalho" title="Flavio de Carvalho" /></a><br />
Flávio de Carvalho no lançamento de seu Traje de Verão (1957)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/nl_robertocarlos.jpg" rel="lightbox [minhacasa]" title="Adoração ou Altar de Roberto Carlos (1966) de Nelson Leirner."><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/nl_robertocarlos.jpg" alt="" title="Nelson Leirner" width="500" height="560" class="alignnone size-full wp-image-816" /></a><br />
Nelson Leirner &#8211; Adoração ou Altar de Roberto Carlos (1966)  </p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/helio2.jpg" rel="lightbox [minhacasa]" title="Catano Veloso vestindo parangolé de Hélio Oiticica"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/helio1.jpg" alt="Helio Oiticica Parangole" title="Helio Oiticica Parangole" /></a><br />
Catano Veloso vestindo parangolé de Hélio Oiticica (1968)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/coca.jpg" title="Cildo Meireles - Inserções em Circuitos Ideológicos (1970)" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/coca.jpg" alt="" title="Cildo Meireles - Inserções em Circuitos Ideológicos (1970)" width="400" height="438" class="alignnone size-full wp-image-822" /></a><br />
Cildo Meireles &#8211; Inserções em Circuitos Ideológicos (1970)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lc_babaantropofagica1973.jpg" title="Lygia CLark - Baba Antropofágica (1973)" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/lc_babaantropofagica1973.jpg" alt="" title="Lygia CLark Baba Antropofágica (1973)" /></a><br />
Lygia CLark &#8211; Baba Antropofágica (1973)</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/paonosso1978geiger.jpg" title="ANNA BELLA GEIGER O Pão nosso (1978)" rel="lightbox [minhacasa]"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/paonosso1978geiger.jpg" alt="ANNA BELLA GEIGER O Pão nosso (1978)" title="O Pão nosso (1978)" /></a><br />
Anna Bella Geiger &#8211; O Pão nosso (1978)</p>
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