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O carnaval desse ano foi inusitado. Fomos de bike até o sambódromo onde pudemos, graças ao crachá globeleza de meu amigo, assistir algumas escolas de samba na concentração. Nunca tinha visto coisa parecida, a não ser nas fotos do jornal, mas lá parece tudo menorzinho, pessoas formigas.
É uma dimensão absurda das coisas… dos carros gigantes, das multidões vestindo roupas coloridas idênticas e fazendo os mesmos movimentos e principalmente o som que retumba na caixa toráxica de quem se aproxima.
O melhor é que tinha de tudo, mulher pelada, travesti, a Ceci, os policias de capacete retrô.

