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    Para que o menino Durma sossegado, Sentada ao seu lado A mãezinha canta: — “Dodói, vai-te embora! “Deixa o meu filhinho, “Dorme . . . dorme . . . meu . . .”

    Morta de fadiga, Ela adormeceu. Então, no ombro dela, Um vulto de santa, Na mesma cantiga, Na mesma voz dela, Se debruça e canta: — “Dorme, meu amor. “Dorme, meu benzinho . . . ”

    E o menino dorme.

    [Manuel Bandeira]

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O menino dorme.