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    Evocando as lembranças da casa adicionamos valores de sonho. Nunca somos verdadeiros historiadores; somos sempre um pouco poetas, e nossa emoção talvez não expresse mais que poesia perdida. (…) Nessas condições a casa abriga o devaneio, a casa protege o sonhador, a casa permite sonhar em paz. [Bachelard]

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O ser abrigado sensibiliza os limites de seu abrigo…