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	<title>esmero &#187; happening</title>
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		<title>Rirkrit Tiravanija em erupção</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 17:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Rirkrit Tiravanija é minha mais nova paixão! Só fui tomar conhecimento da sua existência ao citar um trabalho do Matta-Clark (aquele em que ele propõe uma cozinha comunitária) para a Roberta que me falou de um trabalho parecido do Tiravanija de 1992 que consistia em uma ação (sculpture–performance–guerrilla) em que ele esvaziou uma galeria em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit-tiravanija.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit-tiravanija.jpg" alt="" title="rirkrit-tiravanija" width="420" height="420" class="alignnone size-full wp-image-1111" /></a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rirkrit_Tiravanija">Rirkrit Tiravanija</a> é minha mais nova paixão! Só fui tomar conhecimento da sua existência ao citar um trabalho do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gordon_Matta-Clark">Matta-Clark</a> (<a href="http://www.nytimes.com/2007/02/21/dining/21soho.html">aquele</a> em que ele propõe uma <a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/gordonmattaclark-4mattaclarkg_3.jpg" rel="lightbox">cozinha comunitária</a>) para a <a href="http://hotrockwithme.blogspot.com/">Roberta</a> que me falou de um <a href="http://nymag.com/arts/art/reviews/31511/">trabalho parecido</a> do Tiravanija de 1992 que consistia em uma ação (<em>sculpture–performance–guerrilla</em>) em que ele esvaziou uma galeria em NY e instalou uma cozinha onde fazia comida tailandesa e as pessoas eram convidadas a se servir e comer de graça (<em>foto abaixo</em>).</p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/tiravanijapadthai91-961.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/tiravanijapadthai91-961.jpg" alt="" title="tiravanijapadthai91-961" width="500" height="393" class="alignnone size-full wp-image-1114" /></a></p>
<p><a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit070514_560.jpg"><img src="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/rirkrit070514_560.jpg" alt="" title="rirkrit070514_560" width="500" height="393" class="alignnone size-full wp-image-1112" /></a><br />
Não é à toa que ele refez em 2007 a obra do Matta-Clark <em>Open House</em> de 1972 (imagem acima à direita).</p>
<p>Ele veio ao Brasil na bienal passada mas infelizmente passou depercebido por mim. Seu trabalho consiste basicamente em ações (mais para o <em>happening</em> e não performance) políticas e sociais questionando o objeto de arte e consequentemente as instituições.<br />
Fiquei intrigada depois de ler sobre uma retrospectiva dele feita no Museu de Arte Moderna de Paris em que o lugar estava vazio e os visitantes entravam em contato com suas obras através dos monitores que relatavam algumas das ações que ele havia realizado. Achei bacana e super contundente com o que ele se propõe.</p>
<p><a href="http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.imprensa/marcel_tiravanija">Lendo mais</a> sobre o trabalho dele descobri que a ação em que ele cozinha para o público é na realidade inspirada num &#8220;<a href="http://lauradavina.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/tropicc3a1liaexposic3a7c3a3o.jpg" rel= "lightbox">Parangolé Área</a>&#8221; do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lio_Oiticica">Hélio Oiticica</a>! Sobre isso ele fala &#8220;Conheci o trabalho do Hélio mais tarde, mas junto com Gordon Matta-Clark e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Marcel_Broodthaers">Broodthaers</a>, ele se tornou minha maior referência&#8221; (<a href="http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.imprensa/marcel_tiravanija">link</a>).</p>
<p>A entrevista de Rirkrit Tiravanija feita pela Lisette (<a href="http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2772,1.shl">aqui na Trópico</a>) levanta questões interessantes e que dizem bastante respeito ao que foi questionado e proposto (com pouco sucesso) pela 28a Bienal esse ano:</p>
<p>&#8220;A falta de instituições pode ser útil, já que o <strong>vazio</strong> pode ser preenchido com idéias, que estavam ausentes nas &#8216;instituições&#8217;, talvez alternativas (o que também é uma instituição), mas pensando em paralelo. A arte e os artistas devem voltar à sua capacidade de sustentar idéias sem a necessidade da economia.&#8221;</p>
<p>Acho bonito também essa passagem:<br />
&#8220;Eu me esforço muito para não privilegiar as imagens posteriores, para não fazer documentação, nem ter consciência do efeito do trabalho, que toma muitos rumos. E para não usar a imagem como representação do evento (convertendo-a no próprio trabalho). Prefiro abrir mão da imagem.&#8221;</p>
<p>E ele deixa bem claro como funciona sua obra e as diferenças entre ação (<em>happening</em>) e performance quando diz que &#8220;na performance de Yves Klein (ou na idéia de performance) há aquele que faz a performance e a platéia, há a visão e aquele que a vê. Eu não gostaria de montar as coisas com essas idéias. Prefiro que a situação tenha <strong>escorregões</strong> e <strong>erupções</strong>.&#8221;</p>
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